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Operação contra lavagem de dinheiro apreende R$ 75 mil e prende dono de boate em Lajeado

Ação integrada entre Brigada Militar, Polícia Civil e Ministério Público cumpriu mandados em dois endereços, incluindo uma casa noturna no bairro Olarias

Operação contra lavagem de dinheiro apreende R$ 75 mil e prende dono de boate em Lajeado
Foto: Gabriel Santos

Uma operação integrada entre Brigada Militar, Polícia Civil e Ministério Público do Rio Grande do Sul cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira, 22, em Lajeado. A ação faz parte da Operação Vitrine, que tem como objetivo combater a lavagem de dinheiro ligada ao crime organizado.


Um dos alvos foi uma casa noturna localizada às margens da BR-386, no quilômetro 343, no bairro Olarias.


No estabelecimento, os policiais apreenderam quatro porções de cocaína e sete munições de calibre .38. O proprietário, de 66 anos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado para atendimento na UPA e, posteriormente, à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para o registro da ocorrência.


Outro mandado foi cumprido na rua Moraes de Azambuja, no bairro Montanha. No local, foram apreendidos R$ 75 mil em dinheiro, aparelhos celulares, um notebook, contratos diversos e um veículo Toyota Corolla Cross.


Conforme a Brigada Militar, o material recolhido no segundo endereço foi encaminhado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, para Porto Alegre.


As diligências começaram ainda durante a madrugada e se estenderam durante a manhã.


Ação em todo o RS

A Operação Vitrine investiga lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio ligado a uma facção criminosa com atuação estadual. Foram cumpridos 10 mandados de busca e 11 de sequestro de veículos em sete cidades gaúchas, incluindo Lajeado. Os automóveis estão avaliados em R$ 1,3 milhão.


A investigação apura o envolvimento de 18 pessoas. Cerca de 80 agentes participaram da ação, que resultou na apreensão de arma, dinheiro, drogas, joias, câmeras de vigilância e documentos.


Fonte: Grupo A Hora