cover
Tocando Agora:

Willian nega a intenção de deixar o Grêmio

Meia foi às redes sociais na sexta-feira, quando publicou um texto assegurando a intenção de cumprir o contrato até o seu final

Willian nega a intenção de deixar o Grêmio
Lucas Uebel / Grêmio FBPA / CP

Apontado como um dos jogadores que podem deixar o Grêmio nesta metade do ano, Willian usou as redes sociais, na noite da última sexta-feira, para reafirmar o desejo de seguir em Porto Alegre. O meia disse que pretende cumprir a totalidade do contrato com o Tricolor, que é válido até o final deste ano.

“Ao contrário do que está sendo noticiado em algumas mídias que cobrem o Grêmio, quero esclarecer que em nenhum momento tive qualquer conversa com a diretoria do clube externando desejo de sair. Tenho contrato com o Grêmio até dezembro e seguirei no clube até o encerramento dele ou até o momento que o clube desejar”, publicou o jogador.

Apesar da negativa, conforme apurado pelo CP, Willian recebeu sondagens de, pelo menos, quatro clubes do exterior: dois dos Estados Unidos (FC Dallas e San Diego FC) e dois dos Emirados Árabes Unidos, que são mantidos em sigilo.

Áudio vazado de Rigo

Willian voltou a ganhar notoriedade no noticiário gremista na semana passada. Em áudio vazado, o empresário Celso Rigo, um dos principais investidores do clube, citou o camisa 10 e revelou o seu suposto salário. Além do meia, Marcos Rocha também foi lembrado.

“Estão nos faltando peças ali no meio de campo, não está legal, tem que ajeitar, a gente sabe disso. E temos que enxugar, nossa folha está muito alta. Jogadores como Marcos Rocha ganhando R$ 750 mil, Willian, em fim de carreira, quase 38 anos, R$ 1,8 milhão”, disse Rigo.

Por conta do vazamento, o clima para Willian permanecer ficou complicado. O alto vencimento mensal, aliado ao pouco retorno desportivo, faz o Grêmio considerar a sua saída. O Tricolor pretende economizar R$ 5 milhões na folha salarial, que está em R$ 23 milhões neste momento. Além dele, João Pedro, Dodi, Monsalve e André Henrique também podem sair.


Fonte: Correio do Povo