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PM é preso por suspeita de participação no desaparecimento de família em Cachoeirinha

Ex-marido de Silvana Aguiar foi detido em ação da Polícia Civil no bairro Anair

PM é preso por suspeita de participação no desaparecimento de família em Cachoeirinha
Policial militar suspeito de envolvimento no sumiço de família é preso em Cachoeirinha Foto : Record / Divulgação / CP

A Polícia Civil prendeu temporariamente um policial militar nesta terça-feira por suspeita de participação no desaparecimento de Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e dos pais dela, Isail Vieira de Aguiar e Dalmira Germann de Aguiar, respectivamente 69 e 70 anos, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana. Ele é ex-marido de Silvana.

A ação ocorreu por volta das 5h45min, em Cachoeirinha, sob o comando da Delegacia de Investigação de Pessoas Desaparecidas (DPID), que é vinculada ao Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), junto a equipes da 1º DP e 2ª DP de Cachoeirinha. O trabalho foi integrado com a Corregedoria da Brigada Militar.

O suspeito foi detido em casa, no bairro Anair. De acordo com a investigação, o preso já havia feito ameaças contra Silvana, que planejava solicitar medida protetiva de urgência contra ele. Além disso, entre os dias 24 e 25 de janeiro, datas do desaparecimento da família, o homem estava com o filho de 9 anos do casal.

Em decorrência da prisão, a Brigada Militar afastou o ex-marido de Silvana do serviço policial. A Corregedoria-Geral da BM acompanha as investigações da Polícia Civil sobre o caso.


Confira a nota enviada pela corporação:


A Brigada Militar informa que, na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil e a Corregedoria-Geral da Brigada Militar realizaram a prisão temporária de um policial militar, em razão das investigações sobre o desaparecimento de três pessoas de uma mesma família de Cachoeirinha.

As investigações estão a cargo Polícia Civil e a Corregedoria-Geral acompanha o caso. Em decorrência da prisão, o policial militar será afastado do serviço policial, conforme previsto na legislação vigente, permanecendo a adoção de próximas providências internas condicionada à conclusão das investigações.

No momento, não serão concedidas entrevistas, tendo em vista que as investigações ainda estão em andamento.


Fonte: Correio do Povo